domingo, 15 de novembro de 2009

Gripe Suina

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Por: Ofuxico

A gripe suína mudou o comportamento nos corredores do Projac (Rio), onde são gravadas as novelas da Globo. Nas salas de maquiagem, avisos colados nos espelhos lembram os profissionais de usarem o álcool em gel, pelo menos três vezes ao dia.
A iniciativa agradou Aos atores.
“Todo mundo tem que ficar esperto. Fui a Curitiba, recentemente, e vi muitas pessoas usando máscaras por lá. Eu procuro fazer a minha parte, lavando sempre as mãos”, disse Marco Antônio Gimenez a O Fuxico.
Mara Manzan, a Ashima de Caminho das Índias, também aprova a iniciativa da Globo.
“Estamos vivendo uma epidemia e é importante que todos se previnam. Todos os lugares aonde eu chego, sempre lavo as mãos. Em casa, uso álcool 70, que é mais eficiente do que álcool em gel”, contou a atriz.
Mara se recupera de um câncer no pulmão e agradece a Deus por sua melhora.
“O que Deus fez em mim foi um verdadeiro milagre. Ainda estou fazendo quimioterapia e me tratando com o oncologista Bruno Nahum. Mas, só posso agradecer”, ressaltou antes de sua morte, que não era espera, bom cada um tem a sua hora.

sábado, 14 de novembro de 2009

Vinicius Capistrano


Vinicius Capistrano quem é?

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Vinicus Capistrano é um dos melhores amigos que
todo mundo queria ter, um amigo atencioso, divertido,
ceníco, com uma mete extraordinária.

Faz teatro na FAFI ( Faculdade de Dança e Teatro) a um bom
tempo, caminha para ser um ótimo ator, ou ainda um futuro ator
global. Sempre com seu foco, e que em qualquer patamar que esteja
sempre seria o mesmo.

Parabéns Vinicius, sem dúvida nenhuma você esta caminhando
e trilhando seu futuro.


Torcemos por você sempre!

Morre no Rio a atriz Mara Manzan

Popular pelos personagens em novelas de Glória Perez, ela estava com câncer


Depois de um ano e oito meses de tratamento para combater um câncer pulmonar, a atriz Mara Manzan morreu ontem de manhã, no Rio, aos 57 anos. Ela estava internada havia uma semana no Hospital Rios D"Or. Seu estado era tão grave que, ao ser hospitalizada, Mara deu entrada no Centro de Tratamento Intensivo (CTI), onde permaneceu todo o tempo. Em abril de 2008, ela havia sido operada para a retirada de um nódulo; nos meses seguintes, foi submetida a sessões de quimioterapia.

A atriz, conhecida pelo bom humor, sempre teve um discurso otimista com relação à doença. Os amigos se manifestaram ontem lembrando de sua irreverência. "Ela sempre tinha aquela gargalhada", disse Zeca Pagodinho. Pelo Twitter, o ator Luigi Barricelli comentou sua atitude positiva: "Um dia triste que eterniza uma atriz, amiga e uma mulher de fibra, que levou bravamente o seu glorioso ato de viver até o fim."

"Perdemos a Mara Manzan. A alegria em pessoa, o amor à vida em pessoa!", escreveu a novelista Glória Perez também no Twitter. Foi por meio das novelas de Glória que Mara se tornou conhecida em todo o País. Em O Clone (2001), o bordão de seu personagem, Dona Odete, caiu na boca dos telespectadores: "Cada mergulho é um flash".

Ela participou de Caminho das Índias mesmo durante o ciclo da quimioterapia. Era Ashima, do núcleo indiano no Rio. O tratamento a obrigou a deixar as gravações por algumas semanas, mas a vontade de trabalhar falou mais alto.

Com quatro meses de tratamento, Mara estava tão confiante que se sentia curada. Até voltou a fazer ginástica: "Posso dizer que Deus me curou mesmo. Sou testemunha de um milagre. Ainda faço a quimioterapia a cada 21 dias, mas a medicina ortomolecular me deu uma levantada", chegou a declarar. O nascimento de sua terceira neta também a havia deixado animada.

No último texto que escreveu em seu blog na internet, no dia 5 de outubro, disse: "Estou novamente num momento muito feliz da minha vida. Graças a Deus, estou me sentindo cada dia melhor, cheia de vontade de trabalhar. Hoje eu li uma frase do querido Neguinho da Beija-Flor (que também teve câncer) que vale pra todos nós: "Só de a gente ter direito à vida é o suficiente pra viver sorrindo". Hoje, eu posso dizer que valorizo muito mais a vida. Quero morrer bem velhinha, se possível ver meus netos grandes. Quem sabe ser uma bisa bem animada, sempre trabalhando e trazendo alegria no coração pros meus queridos fãs, que estiveram todo o tempo do meu lado, me dando força e me ajudando sempre a confiar."

Mara já tinha enfrentado um câncer no útero. Ela fumava desde a adolescência, mas creditava a doença não só ao cigarro, mas também à atividade circense - ela cuspia fogo e, para isso, precisava colocar querosene na boca.

Foi uma fase hippie em sua vida. Ela chegou a morar com os músicos dos Mutantes, num sítio na Serra da Cantareira, nos anos 70. Era uma espécie de comunidade alternativa. Mara trabalhou como animadora no carnaval do Ceará.

A atriz era paulistana e começou a carreira bem jovem, no Teatro Oficina. Na época, era estudante e ficou encantada ao assistir a uma peça do grupo. Passou a ajudar nos bastidores até estrear como atriz, em substituição a uma das integrantes do Oficina, que se machucara (Mara costumava lembrar que, naquela noite, fora tirada da bilheteria para o palco).

Já profissional, participou de mais de 30 montagens teatrais, quatro filmes e dez novelas da TV Globo. Piadista, tinha muitos amigos entre os colegas. Para eles, sua marca maior sempre foi a alegria contagiante.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Teatro no Espiríto Santo

Em 1929, foi arrendado por uma empresa particular, sendo utilizado apenas para exibição de filmes. As apresentações teatrais passam a ser esporádicas e somente na década de 50, voltaria a ser espaço de arte cênica. Entram em cena grandes companhias como as de Procópio Ferreira, Eva Tudor, Vicente Celestino e Flodoaldo Viana.

Em 1969, a apresentação da peça "Liberdade, Liberdade", com o ator Paulo Autran, marca o início do movimento pela restauração do teatro. As obras resgatam sua arquitetura original. É dessa época a instalação do lustre no centro do teto e a pintura da cúpula por Homero Massena, um dos pintores de maior renome no Estado.

Reinaugurado em 1970, o Theatro Carlos Gomes foi tombado pelo Conselho Estadual de Cultura - CEC em 1983, mantendo-se ativo na apresentação de peças e espetáculos de música e dança.

Com suas fachadas novamente restauradas em 2004, reafirma sua importância como monumento histórico e cultural capixaba. Aos 80 anos, no mesmo palco onde brilharam grandes nomes como Bibi Ferreira, Paulo Autran e Fernanda Montenegro, o Theatro Carlos Gomes continua valorizando e enriquecendo o cenário cultural do Espírito Santo. Um lugar para se celebrar a arte que merece ser aplaudido de pé.

O Theatro hoje

Com sua fachada principal voltada para a Costa Pereira, no Centro de Vitória, capital do Espírito Santo, o Theatro Carlos Gomes é um dos mais significativos pontos turísticos do Estado. Ocupa uma área de 1.788,92 m², com 314 lugares na plateia e três andares de galeria. O teto do Theatro é uma atração à parte: foi pintado por Homero Massena (1885-1974), que inspirou-se nos grandes nomes da música, em instrumentos e notas musicais para compor o cenário. Coroando a fachada principal, esculturas que fazem menção às artes e, no centro, o busto do grande músico brasileiro Carlos Gomes.


Arquitetura

divulgação

Fachada principal

Exemplo de prédio de estilo eclético, seu projeto arquitetônico é baseado no modelo italiano de "teatro em ferradura", caracterizado por uma série de galerias superpostas em torno de uma plateia. O palco é do tipo italiano, com camarins laterais e fosso para a orquestra. O acesso aos camarotes é feito por escadas situadas junto ao hall de entrada e pela plateia, junto às laterais do palco.


Teto musical

Renato Carniato

Teto musical

Homero Massena (1885 - 1974), pintor mineiro radicado no Espírito Santo, inspirou-se nos grandes nomes da música (Carlos Gomes, Vagner, Bach e Verdi), em instrumentos e notas musicais para realizar a pintura no teto da platéia, que merece um destaque especial. A decoração interna de todo o prédio é de grande variedade, incluindo elementos florais, guirlandas, medalhões e máscaras teatrais.